Estamos aqui hoje, para falar do livro "O Homem que Calculava", que nos foi apresentado pelos professores de Matemática e Português de nossa classe.
O livro trata, de uma forma interessante, do cotidiano dos personagens, juntando a história e a matemática, assim, faz com que o leitor comece a perceber como a matemática pode ser importante em seu dia-a-dia.
Nossa primeira impressão, ao pegar o livro, vendo seu nome, capa, etc, podemos ter a impressão de ser um livro "Chato", com muitas contas, grandes... Mas isso não é verdade...
O livro é constituído de pequenos contos, que, se tornam cada vez mais interessantes, ao passo que, por mais que as histórias sejam cheias de contas, são bem elaboradas, e não são "cansativas".
Confessamos que ficamos com um pouco de receio, por causa das contas, que, por vezes, são difíceis de entender..
Mas isso é compensado pelas histórias, que se passam em Bagdá, e como podem ser percebido, trazem muitas referências a cultura islã.
Mas isso é compensado pelas histórias, que se passam em Bagdá, e como podem ser percebido, trazem muitas referências a cultura islã.
Quem conta a história de Beremiz Samir é Hank-Tade-Maiá, que primeiramente fica admirado com a habilidade de Beremiz com números de ordens superiores. Durante a narrativa pelo deserto, se deparam com diversos problemas matemáticos do cotidiano das pessoas que encontram, e por sua grande habilidade matemática, Beremiz é respeitado e admirado por onde passava.
Resumindo, vale a pena ler o livro, se você se interessa em matemática e quer ver mais sobre a importância desta ciência em nosso cotidiano.
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